Segundo bloco da auditoria revela indícios de gestão ruinosa em financiamentos ao BESA, transferências para ‘offshores’ ligadas a Salgado e Sobrinho e falhas no controlo interno.
Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social reduziu para menos de 2% no capital da PT SGPS, mas para tal teve de vender os títulos muito abaixo do preço inicialmente pago por elas.